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Satiagraha indicia tucano de FHC. Está tudo na mão do Macabu

Arida e Márcio, unidos a Dantas pelo cordão umbilical


O implacável reparador de iniquidades, Stanley Burburinho, encaminha esta informação que revela o indiciamento de um grão-tucano e do passador de bola apanhado no ato de passar bola, Daniel Dantas, o “banqueiro condenado”, uma expressão do deputado Protógenes Queiroz.

Pérsio Arida está entre os indiciados pela Satiagraha
AE – Agência Estado


O economista Pérsio Arida, ex-presidente do Banco Central (BC) no governo Fernando Henrique Cardoso, está entre os indiciados pela Polícia Federal (PF) na Operação Satiagraha. Diretor do Opportunity Asset Management entre agosto de 1996 e março de 1999, Arida foi enquadrado por suposta evasão de divisas, quadrilha e gestão fraudulenta.


O indiciamento ocorreu em agosto de 2010. À PF, Arida não se esquivou das indagações formuladas. Ele foi depor sozinho, sem advogado. Alguns ex-colaboradores do grupo relataram que o economista teve participação importante na área de captação do fundo. Doleiros do caso Banestado – evasão de US$ 30 bilhões – também depuseram nos autos.


A PF indiciou ainda 42 cotistas do fundo. Arida foi indiciado como gestor do fundo do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity e alvo da Satiagraha, desencadeada em 2008. A operação da PF está sob suspeita no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Dois ministros já votaram pelo trancamento do caso sob alegação de que arapongas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) atuaram ilegalmente no inquérito.


Defesa


A divulgação sobre o indiciamento de Arida coincide com o julgamento do STJ. “Essas investigações correm em segredo de Justiça e, além disso, tem a sua validade questionada na 5.ª Turma do STJ onde já existem dois votos pela declaração de sua nulidade”, reagiu o criminalista Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça e defensor de Arida. “De todo modo, o dr. Pérsio Arida tem absoluta convicção de que não praticou nenhuma conduta que pudesse ser tida como ilícita.”


O Opportunity informou em nota ter solicitado 13 vezes à PF acesso ao inquérito, sem êxito. “A vedação do acesso ao inquérito, sem razão, só pode ser vista como uma maneira desonesta de encobrir ilegalidades na sua condução.” Na avaliação do Opportunity, a Satiagraha “foi pautada por iniciativas espúrias, os mentores da operação usaram o Estado para encobrir o fato de terem desrespeitado um sem-número de leis”.

Navalha

por Paulo Henrique Amorim


Como se sabe, o passador de bola apanhado no ato de passar bola entrou com 974 liminares no Superior Tribunal de Justiça, todas endereçadas ao juiz Macabu.

Veja, amigo navegante, o período que aí se encerra e o risco de o Judiciário mergulhar num escandâlo sem precedentes.

Clique aqui para ler como Dantas quer sepultar a Satiagraha.

Clique aqui para ler “Deputado Protógenes quer ser testemunha contra Dantas junto ao Dr. Macabu”.

E aqui para ler “Dantas pagou R$ 8,8 milhões a advogado que não trabalhou para ele”, onde o próprio Macabu, aparentemente dotado da onipotência e a oniciência que caracterizaram o Reinado do ex-Supremo Presidente Supremo do Supremo, julgou ele próprio o pedido de suspeição que Protógenes invocou contra ele, Macabu.

O indiciamento de Dantas e Pérsio Arida faz parte da investigação conduzida pelo ínclito delegado Protógenes Queiroz, que foi reconhecida como íntegra e competente pelo sistema judiciário dos EUA e da Inglaterra, a ponto de servir de base para bloquear os bens de Daniel Dantas, a pedido do delegado Romeu Tuma Júnior.

A Satiagraha só tem defeito no Judiciário brasileiro.

Observe, amigo navegante, que o advogado de Pérsio Arida é o ex-Ministro Márcio Thomaz Bastos, que, numa certa noite em Brasília, foi a um jantar com Daniel Dantas na casa do líder da bancada de Dantas no Senado, Heráclito Fortes.

Participou deste memorável jantar, o “Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo defendeu Dantas junto aos amigos do Berlusconi”.

Dantas jurou de pés juntos que não era o autor da “reportagem da Veja”, com a denúncia que o presidente Lula tinha contas secretas em paraísos fiscais.

Depois, a própria Veja confirmou que Dantas era co-autor da matéria.

O escritório de Márcio Thomaz Bastos defendeu Dantas em uma ação que moveu – e perdeu – contra Mino Carta.

Márcio Thomaz Bastos é uma espécie de Sérgio Bermudes de quatro estrelas.

Márcio Thomaz Bastos é o autor do pedido de liberdade para o Dr. Abdelmassih, prontamente concedido pelo ex-Supremo Presidente Supremo do Supremo.

Dr. Márcio, dr. Gilmar, onde está o dr. Abdelmassih ?

O dr. Macabu detém hoje o poder incomensurável de tentar abafar a investigação que desnudou a maior patranha do capitalismo brasileiro e instalar, no colo do Judiciário, mácula irremovível.

Viva o Brasil !


Fonte: Conversa Afiada

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