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Código Florestal: A “sacanagem” do regime de urgência

por Luiz Carlos Azenha

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) disse que a reforma do Código Florestal não será votada na próxima terça-feira, mas apenas o pedido de urgência para a tramitação da matéria.

Ainda assim, ambientalistas dizem que a aprovação do regime de urgência vai reduzir o tempo para debates no próximo Congresso. O objetivo dos ruralistas parece ser o de evitar uma reação da sociedade contra o projeto.

A reforma reduz a reserva legal nas propriedades rurais (ou seja, cria mais espaço para plantio ou pasto e estimula a devastação do meio ambiente).

Para saber mais, clique aqui.

O relator do projeto, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) vem sendo fortemente criticado por ter patrocinado o sonho dos ruralistas brasileiros.

Na entrevista abaixo Paulo Teixeira explica que a matéria será debatida de forma mais aprofundada pelo novo Congresso e também fala sobre as críticas do presidente da CUT, Artur Neto, a seu colega Cândido Vaccarezza.

Para o coordenador do MST, João Pedro Stédile, a manobra para votar o regime de urgência na próxima terça-feira foi uma “sacanagem”.

O interesse dos ruralistas seria o de acelerar o processo, para tirar proveito de uma correlação de forças que foi alterada pelas eleições de 2010.

Para ouvir a opinião de Stédile sobre a reforma do Código Florestal, clique abaixo e atente à entrevista dele à repórter Conceição Lemes.

Fonte: Viomundo


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Uma resposta para

  1. Denis Libanio disse:

    >Pela publicação que li no dia 10/12/2010, causou estranheza por parte de um dirigente sindical querer interferir em questões partidárias. Os dirigentes sindicais deveriam ficar menos nos gabinetes parlamentares e fortalecer a CUT combativa e a luta dos trabalhadores. Mais estranheza é a publicação do artigo do dirigente sindical no site da própria CUT, afirmando que hoje iria chamar uma reunião para se posicionar. Porque não se reuniram 1º antes de colocar um artigo no ar. Ainda mais, a CUT que nasceu da costela da militância do PT, causa estranheza. Ventilar tal artigo sem ninguém saber!Ele não amarelou, a Veja sim desde sua fundação!Aqui na Zona Leste de São Paulo o Vaccarezza é bem vermelho, atuante, solidário nas lutas, um cidadão e dirigente político de palavra.Devemos ocupar os espaços que se abrem, como este na imprensa. Vamos falar sim na Veja, por que não? A Veja em quase sua totalidade das capas e conteúdos são contra o PT, governo Lula,…Na democracia deve-se respeitar posições contrarias e lutar por suas posições “sem perder a ternura jamais”. Ora, falar de bandeiras de luta, o Vaccarezza saiu do nordeste no final da década de 70(em pleno regime militar) vindo para São Paulo ser solidário e atuante em várias lutas que não preciso apontar neste momento, sendo fundador do PT, ajudou na fundação da CUT como membro do PT, e tantas outras lutas. É muito triste ver um artigo com essa abordagem e deselegância.Devemos lutar sempre pela liberdade de imprensa é um pilar da democracia.Saudações socialistas e petistas,Denis LibanioDZ PT –Tatuapé e fui militante voluntário de várias campanhas da CUT em vários sindicatos de SP.

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