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Ricardo Teixeira pode definir destino de 100% dos lucros da Copa

da Redação Carta Capital

O Grande Parasita e o presidente Lula

O jornal Lance! conseguiu acesso ao contrato social do Comitê Organizador Local do evento no Brasil; o presidente da CBF tem poder quase ilimitado

Ricardo Teixeira é presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ricardo Teixeira também é presidente do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Ricardo Teixeira, presidente da CBF e do COL é, ainda, sócio do COL. Uma cópia do contrato social da entidade foi conseguida pelo jornal Lance! e trechos foram publicados nesta quarta-feira 17.

Enquanto a seleção brasileira enfrenta a Argentina em amistoso no Qatar, por aqui fica-se sabendo que Teixeira tem participação de 0,01% na composição societária do Comitê que organiza a Copa. A CBF, presidida por Teixeira, tem os 99,99% restantes. E não para por aí.

Apesar da participação societária “modesta”, Teixeira tem o apoio de uma manobra contratual para decidir os rumos do dinheiro. Eis o texto, que consta do capítulo cinco do documento: “Parágrafo Primeiro – Os resultados apurados ao final de cada exercício social deverão ter o destino que vier a ser determinado pelos sócios. A distribuição de lucros poderá ser feita, a critério dos sócios, sem guardar proporção com as respectivas participações no capital social.”

Ou seja, Ricardo Teixeira, sócio minoritário, terá que discutir com a CBF a destinação do dinheiro. Sendo presidente da CBF, Teixeira não deve encontrar dificuldade para chegar a um consenso. Consigo próprio, basicamente.

Leia a íntegra da matéria do Lance!


Fonte: Carta Capital

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Vale a pena ler de novo

por Cristóvão Feil

Lula sente o peso de ter que financiar e montar o evento esportivo chamado Copa Fifa 2014, no Brasil. Enquanto isso, o nosso futebol é um caos administrativo e gerencial. Todos os clubes, repetimos, todos os clubes estão falidos. Só a CBF do grande parasita Ricardo Teixeira está nadando em dinheiro.

Ontem, foi sancionado pelo presidente o Estatuto do Torcedor, medida legal que visa moralizar a relação dos torcedores nos estádios de futebol no Brasil.

OK, mas e o resto? E a cartolagem dos clubes, e a CBF, e os “empresários” da bola [a ambiguidade da expressão é proposital], continuarão nas sombras da legalidade manipulando o business do futebol, que já foi o mais bonito e criativo do mundo?

Aliás, cabe a pergunta: a Receita Federal controla os fluxos de moeda que circulam nos ambientes esportivos brasucas?

foto: Celso Junior/AE

fonte: Diário Gauche

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