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Finge que funciona?

VERDADES ABORTADAS
A MULHER DO SERRA …E A MATERNIDADE ‘MODELO’ DO MARIDO DELA

Estadão [14-09]:

‘… anunciando a quem passasse: “Sou a mulher do Serra e vim pedir seu voto”, Mônica Serra, passou a tarde de hoje em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, acompanhada do candidato a vice na chapa encabeçada por José Serra (PSDB), Indio da Costa (DEM), a mulher de Serra partiu para o ataque à adversária do marido, a petista Dilma Rousseff. A um eleitor evangélico, que declarou voto em Dilma, a professora afirmou que a petista é a favor do aborto. “Ela é a favor de matar as criancinhas”, disse a mulher de Serra ao vendedor ambulante Edgar da Silva, de 73 anos.

UOL NOTÍCIAS [15-09]:

Documentos revelam falhas em ‘maternidade de referência’ em SP .

“…Documentos internos assinados por médicos e gestores do Hospital [estadual] Maternidade Leonor Mendes de Barros, na zona leste de São Paulo, mostram que, apesar dos prêmios de gestão e do rótulo de unidade referência […] sofrem com a falta de infraestrutura, superlotação e são obrigados a improvisar procedimentos para evitar a morte de pacientes – nem sempre com sucesso…”.

A seguir, alguns exemplos de apelos -inúteis- dos médicos ao governo estadual de José Serra, relatados pela reportagem da UOL:

(1) “Saliento a necessidade urgente de uma unidade de terapia intensiva nesta instituição para que os profissionais […] possam estar trabalhando com mais segurança…”

(2) “…na chegada ao plantão não havia sequer macas para retirar paciente da sala obstétrica”, diz outro registro no livro dos médicos, relatando a precariedade no atendimento …”

(3) “É desumana a situação que a direção do hospital nos deixa diariamente nesta maternidade dita de ‘alto risco’. Não vou repetir o que dizem e escrevem neste livro nos últimos 19 anos que convivo e trabalho neste C.O. (Centro Obstétrico) sem UTI e clínico intensivista”, escreveu um médico nas páginas 50 e 51 do livro no domingo de 30 de agosto de 2009, referindo-se a uma paciente cujo atendimento foi prejudicado pela falta de materiais como cateter central e lâmina de ventilação.

(4) No total, mesmo diagnosticada com choque hemorrágico, ela ficou aguardando durante cerca de seis horas por uma vaga em uma UTI, obtida somente em região distante. “A paciente foi transferida para o Hospital Cachoeirinha, e não sei se ela está viva”, complementa o médico, pedindo providências da direção.

(5) Em 20 de junho de 2009, outra situação semelhante é relatada: “Histerectomia total puerperal de paciente por choque hemorrágico + atonia uterina + coagulopatia. Paciente transferida para a UTI do Hospital Geral de Sapopemba, evoluindo para óbito na chegada do mesmo”, diz o registro médico, assinado por um profissional do hospital….”

Fonte: Carta Maior

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